não sou artista, nem poeta, nem cousa alguma, sou desenhador de sentires que em acasos brinca com o lápis de cor em forma de "olhar"
segunda-feira, fevereiro 12
vezes há que partimos na incerteza de irmos, firmes, inteiros presos na magia de não sermos ninguém…
Não queria estar aqui, sentado a voar sem mim, ( resta-me um fio, cousa leve, tecido de seda, preso aos olhos do universo) mas estou, (aqui), a varrer os fragmentos de pólen e das pétalas que partiram à deriva de mim…
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