o meu primeiro poema ( soma de letras que desenham um sentir), não o escrevi!
gritei-O, de olhos estendidos para o diante...como quem expulsa a liberdade que não cabe dentro de si...
não sou artista, nem poeta, nem cousa alguma, sou desenhador de sentires que em acasos brinca com o lápis de cor em forma de "olhar"
segunda-feira, janeiro 9
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
porque a tranformação não tem nome, nem hora
Primeiro, pensei, com a sinceridade do instante que era o Fim, de um olhar, de um caminho, mas ( no final) o caminho não o tem, (Como um fio...
-
Primeiro, pensei, com a sinceridade do instante que era o Fim, de um olhar, de um caminho, mas ( no final) o caminho não o tem, (Como um fio...
-
Fui invadido por um nevoeiro de palavras. Brancas. Opacas, iguais. Preso no labirinto de não me ser novo,,,( Sonho nocturno da angustia de s...
-
Chegado a casa, no fim de um dia sem história, em cima da minha mesa de estudos, estava um embrulho, pacatamente pousado, como quem espera ...
2 comentários:
belissimo...esse conceito de liberdade tão intensa que não nos cabe no peito.
musalia: nem no peito , nem no olhar, nem na alma...
Enviar um comentário