no mar que me navega não há margens,
só olhares para diante,
sempre,
em qualquer dos lados,
em qualquer viagem,
como um naufragado,
abraçado pelo horizonte...
não sou artista, nem poeta, nem cousa alguma, sou desenhador de sentires que em acasos brinca com o lápis de cor em forma de "olhar"
segunda-feira, janeiro 23
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3 comentários:
"no mar que me navega não há margens,
só olhares para diante,
sempre..."
Sem margens assim como que uma criança defronte ao horizonte.
Gostei. Beijinhos.
Migão, em ressaca, te deixo um beijão! Até rimei...
....
há sempre margens...podemos é olhar sempre em frente....e esquecer as margens...
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