subi-de-asas à montanha, como quem desce ao abimo-do-sentir,
e
deixei que o vento me tocasse a alma,
em tatuagem,
selvagem de mim
não sou artista, nem poeta, nem cousa alguma, sou desenhador de sentires que em acasos brinca com o lápis de cor em forma de "olhar"
quarta-feira, janeiro 4
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porque a tranformação não tem nome, nem hora
Primeiro, pensei, com a sinceridade do instante que era o Fim, de um olhar, de um caminho, mas ( no final) o caminho não o tem, (Como um fio...
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Fui invadido por um nevoeiro de palavras. Brancas. Opacas, iguais. Preso no labirinto de não me ser novo,,,( Sonho nocturno da angustia de s...
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Chegado a casa, no fim de um dia sem história, em cima da minha mesa de estudos, estava um embrulho, pacatamente pousado, como quem espera ...
2 comentários:
em solidão absoluta, ouve-se a alma soprando mistérios antes insondáveis...
O vento
tocou
e
parou
ali...
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