Há uma palavra que me pesa,
UMA,
só…
A que me UNE e esvoaça em folha-morta-de-outono(s)
e
se resume
num (qualquer) eu ( meu)…
Pesa-me a cor,
a
forma,
informe
que se cola ao chão húmido-de-ventos,
varrido-por-caminhos,
espezinhados,
indiferentes ao UM,
que se despedaça de MIM…
Pesa-me uma palavra
só,
Lenta, como os respirares das flores, em noites de sombras-de-estrelas
não sou artista, nem poeta, nem cousa alguma, sou desenhador de sentires que em acasos brinca com o lápis de cor em forma de "olhar"
terça-feira, fevereiro 7
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