ancorei barco-de-vela-só,
em nuvem-papoila,
que se desenformava em flor-de-pétala-caída,
procurei Nortes,
sentidos,
para esta vida,
morta de venturas,
e
Sortes!
não sou artista, nem poeta, nem cousa alguma, sou desenhador de sentires que em acasos brinca com o lápis de cor em forma de "olhar"
quinta-feira, fevereiro 2
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porque a tranformação não tem nome, nem hora
Primeiro, pensei, com a sinceridade do instante que era o Fim, de um olhar, de um caminho, mas ( no final) o caminho não o tem, (Como um fio...
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1 comentário:
Gostei da "nuvem-papoila".
Beijinhos.
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