Vou desenhar um quadro…
A dois terços da tela ( alta, de verticalidade gótica ), Um cavalo-proa, Belo, Em linhas continuas, Minhas…
Ao fundo, Velas ( muitas,
desencontradas)…
A rasgar o horizonte, entre os mastros de caravelas, Uma lança ( sangue-prata), Erguida, Alada…
Em planos outros ( que é cubista, O quadro,
não o artista, que é cousa outra, Indefinida), Um Quixote, Sentado, Curvado, Sem Elmo…
Cores?
Do sol, De sangue
e
amarelos!
não sou artista, nem poeta, nem cousa alguma, sou desenhador de sentires que em acasos brinca com o lápis de cor em forma de "olhar"
segunda-feira, junho 26
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porque a tranformação não tem nome, nem hora
Primeiro, pensei, com a sinceridade do instante que era o Fim, de um olhar, de um caminho, mas ( no final) o caminho não o tem, (Como um fio...
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1 comentário:
nani:ainda tens espaço na parede? ( ehehehehh )
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