Escrevo,
na melancolia de um sonho,
(imagem-desenho)
luz-de-pedra
(feldspato e mica)…
Fecho-me de olhos,
como quem entra no Sol,
e
fica,
(esquecido da vida)…
Pinto o azul,
em pó-de-giz
(sopro de mim)
só!
( diz,
o que sou?)
Gaivota?
não, ela voa
e
eu,
aqui,
imóvel…
Horizonte?
não, ele equilibra-se no profundo-visível,
e
eu,
olhar-possível…
Sonho?
Ah,
sim, girasol-raiz
( incompleta
de mim)…
alma concreta,
pedra,
(feldspato e mica)
aquarela,
tinta,
nuvem,
em azuis carmim…
não sou artista, nem poeta, nem cousa alguma, sou desenhador de sentires que em acasos brinca com o lápis de cor em forma de "olhar"
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1 comentário:
nani:mas eu sei quem sou, baralho-me é com quem me habita...ehehehhe (esta coisa tem nome, mas eu não digo)
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