Escondi a lua no olhar
e perdi-me no espelho,
a desenhar, (com o pólen,
fino
e colorido, das borboletas )
flores nocturnas ( cristais de prata)
numa noite sem estrelas....
não sou artista, nem poeta, nem cousa alguma, sou desenhador de sentires que em acasos brinca com o lápis de cor em forma de "olhar"
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
porque a tranformação não tem nome, nem hora
Primeiro, pensei, com a sinceridade do instante que era o Fim, de um olhar, de um caminho, mas ( no final) o caminho não o tem, (Como um fio...
-
Primeiro, pensei, com a sinceridade do instante que era o Fim, de um olhar, de um caminho, mas ( no final) o caminho não o tem, (Como um fio...
-
Fui invadido por um nevoeiro de palavras. Brancas. Opacas, iguais. Preso no labirinto de não me ser novo,,,( Sonho nocturno da angustia de s...
-
Chegado a casa, no fim de um dia sem história, em cima da minha mesa de estudos, estava um embrulho, pacatamente pousado, como quem espera ...
2 comentários:
Querido Almaro
...)delicados
os olhos do outono
inaudíveis
em risos nocturnos
amáveis na tristeza certa do verso
desenho das sombras
que fogem do teu olhar
caminhos que desejo
ao mar lançar
trazer os barcos
na cintura altíssima da luz
retomo a respiração
numa textura
eternamente amanhecida
melancolia exausta
ferindo as estrelas
em céus de prata
Beijo com carinho
Boa semana
Enviar um comentário