tudo o que digo, cabe numa página em branco,
mas
o sentir que se escreve no olhar,
esse,
não cabe em mim,
anda por aí,
transformado em colibri…
não sou artista, nem poeta, nem cousa alguma, sou desenhador de sentires que em acasos brinca com o lápis de cor em forma de "olhar"
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porque a tranformação não tem nome, nem hora
Primeiro, pensei, com a sinceridade do instante que era o Fim, de um olhar, de um caminho, mas ( no final) o caminho não o tem, (Como um fio...
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Fui invadido por um nevoeiro de palavras. Brancas. Opacas, iguais. Preso no labirinto de não me ser novo,,,( Sonho nocturno da angustia de s...
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2 comentários:
"...anda por aí,
transformado em colibri…"
Deixo um abraço e um sorriso ;)
menina marota: sabes MM, sempre gostei de colibris, gosto da sua irrequietude de beija-flor, capaz de se suspender no ar, e de parado estar todo em movimento por dentro, em acelerações de vida, como quem beija a cor da alma...
só não o escrevo mais vezes, porque recentemente o Represas o canta com um encanto que me inibe de o escrever as inúmeras vezes que ele me aparece nas letras…
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