O acaso envolve-me. Teima em escrever sem sentido, palavras soltas que me fogem sem me serem minhas. Deixo deslizar o aparo apenas com a curiosidade de saber qual a forma e lugar que elas (palavras) tomam nas fronteiras da alma. Deixo que aconteçam, como se fosse possuído por um destino que não me pertence. Senhor de um mundo de absurdos em cinzas e negros…
ah, fossem (só) azuis as palavras que me escrevem os dedos e eu era um mar de cores a pintar uma seara de girassóis a brincar com sombras de saltimbancos, a fazer vénias aos ventos alísios
não sou artista, nem poeta, nem cousa alguma, sou desenhador de sentires que em acasos brinca com o lápis de cor em forma de "olhar"
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