segunda-feira, dezembro 11

fronteiras de mim

Pisei a morte
no longe,
sem farol
(num dia que era meu por inteiro,
sem meio),
Ela,
não me quis,
(agarrado à semente),
cuspiu-me
com o vento
e
sal,
entre abraços de gente
e
Sol…

( dedico estas e outras palavras escritas e sentidas, às equipas do INEM, dos Bombeiros, Policia Marítima da Figueira da Foz e sobretudo a uma senhora , de nome Irene, que de binóculos,( curiosa de azuis) me viu a espreitar a morte junto ao horizonte, no dia 9 de Dezembro em hora que não era ainda,,, a minha…)

6 comentários:

Nani disse...

abençoada D.Irene e os seus binoculos novos!!!
uns binóculos são um instrumento muito do meu agrado!!!...
seu maluco!!!se não fora vir aqui não sabia nada dessa "aventura".... caladinho caladinho..... geladinho...geladinho.....
quem te raspanetava era eu

saltosaltos disse...

ai homem, o que lhe aconteceu caramba? Não sabe publicar as notícias de forma a que uma High Heels dótoura saiba?

Menina_marota disse...

Que Deus abençoe essa Senhora!
Mas que te aconteceu?
Está tudo bem contigo?

Um abraço solidário aos teus salvadores!

Beijo carinhoso ;)

almaro disse...

nani: é verdade abençoada D. Irene e a capacidade que teve de mobilizar toda aquela gente. De aventura teve pouco, foi mais uma desventura que quebrou o prazer de velejar ao sabor do vento e das ondas. tropelias de ventos que mauzinhos nos tirou o brinquedo da alma e nos gelou quase estátuas. Enfim, dias tortos que se endireitam à custa da solidariedade de quem anda por aí como anjos da guarda...

almaro disse...

saltos altos: como já te fiz o relato, escrito ( sucinto, é certo), fica apenas um beijo que neste preciso momento tem aromas de café....propósito lá para as tuas bandas bebe-se café?????

almaro disse...

menina marota:está tudo bem comigo, eheheh, já sinto o corpo e a alma. Um beijo

porque a tranformação não tem nome, nem hora

Primeiro, pensei, com a sinceridade do instante que era o Fim, de um olhar, de um caminho, mas ( no final) o caminho não o tem, (Como um fio...