Danço,
só
(como as árvores presas no vento…)
Sou a minha própria farsa,
presa nas raízes…
Danço,
só,
poeira-de-sol-poente…
(brisa que sente o azul do mar…)
Semente!
(que voa
sem lar! )
Danço,
só,
sem coreografia,
nem movimento…
Danço,
sem alento,
no desenho-Vivo,
entre-vidros-e-cimento,
(bailarino-oco,
Morto!)
em cenário humano,
louco!
não sou artista, nem poeta, nem cousa alguma, sou desenhador de sentires que em acasos brinca com o lápis de cor em forma de "olhar"
segunda-feira, junho 5
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
porque a tranformação não tem nome, nem hora
Primeiro, pensei, com a sinceridade do instante que era o Fim, de um olhar, de um caminho, mas ( no final) o caminho não o tem, (Como um fio...
-
deixei cair uma folha , vermelho-sangue, de outono… pousou-morta ( a folha? a dor? ), em silêncio, sem lágrima… só, ali, no chão, perto-de-...
-
O sonho é um existir sem ossos, uma espécie de borboleta que transporta todas as cores e todas as palavras do universo em forma de história...
-
Entrei numa Nau que rangia medos, sem vela nem ventos… Quem a leva são os gritos, os sonhos, os mitos… Caravela-caverna, escura cega, dos ol...
Sem comentários:
Enviar um comentário