segunda-feira, janeiro 29

Entras de noite, sem sombras, negra, escura de perfumes suaves, a abraçar-me a ilusão com se colorisses a solidão do sonho

por vezes, à noite,
no silêncios dos pássaros
vejo-te
( em passos lentos)
e
oiço-te os olhos ( de
alabastros-negro)
a cantarem,
saudade
em sussurros baços
e
beijo-te
como se fosses
verdade.

8 comentários:

Poesia Portuguesa disse...

Espero que não te importes que tenha levado "emprestado" um poema teu. Bem... não levei só um poema...algum inconveniente diz, que será de imediato retirado.

Beijo meu ;)

alice disse...

"como se colorisses a solidão do sonho". fabuloso verso.

Teresa Durães disse...

gostei bastante!

Betty Branco Martins disse...

Querido Almaro

Acabadinha de chegar!!!

Vim dar um "olá" voltarei para te ler__________Beijo com muito carinho

almaro disse...

poesia portuguesa: sabes já que gosto que uses o que partilho, porque quando o fazes, fico sem saber dizer, obrigado

almaro disse...

alice: sê bem vinda a este país de nuvens...

almaro disse...

teresa: procurei um mail para te escrever, simplesmente para te agradecer a visita e a leitura que foste fazendo nas minhas letras e no meu sentir. não o encontrando no teu espaço, fica aqui o meu obrigado.

almaro disse...

betty, querida betty , finalmente chegaste...há ausências que criam um vazio silencioso que nos persegue como sombras...

porque a tranformação não tem nome, nem hora

Primeiro, pensei, com a sinceridade do instante que era o Fim, de um olhar, de um caminho, mas ( no final) o caminho não o tem, (Como um fio...