Entras de noite, sem sombras, negra, escura de perfumes suaves, a abraçar-me a ilusão com se colorisses a solidão do sonho

por vezes, à noite,
no silêncios dos pássaros
vejo-te
( em passos lentos)
e
oiço-te os olhos ( de
alabastros-negro)
a cantarem,
saudade
em sussurros baços
e
beijo-te
como se fosses
verdade.

8 Comments:

Blogger Poesia Portuguesa said...

Espero que não te importes que tenha levado "emprestado" um poema teu. Bem... não levei só um poema...algum inconveniente diz, que será de imediato retirado.

Beijo meu ;)

29 janeiro, 2007  
Blogger alice said...

"como se colorisses a solidão do sonho". fabuloso verso.

30 janeiro, 2007  
Blogger Teresa Durães said...

gostei bastante!

30 janeiro, 2007  
Blogger Betty Branco Martins said...

Querido Almaro

Acabadinha de chegar!!!

Vim dar um "olá" voltarei para te ler__________Beijo com muito carinho

31 janeiro, 2007  
Blogger almaro said...

poesia portuguesa: sabes já que gosto que uses o que partilho, porque quando o fazes, fico sem saber dizer, obrigado

02 fevereiro, 2007  
Blogger almaro said...

alice: sê bem vinda a este país de nuvens...

02 fevereiro, 2007  
Blogger almaro said...

teresa: procurei um mail para te escrever, simplesmente para te agradecer a visita e a leitura que foste fazendo nas minhas letras e no meu sentir. não o encontrando no teu espaço, fica aqui o meu obrigado.

02 fevereiro, 2007  
Blogger almaro said...

betty, querida betty , finalmente chegaste...há ausências que criam um vazio silencioso que nos persegue como sombras...

02 fevereiro, 2007  

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