
mergulhei no quadro,
esquecido da cor,,,apenas para o viver, no instante em que a linha e a cor eram mão de poeta...
[devia existir uma graduação de poetas
e
a mais nobre ser,,,pintor, porque ele,
( mão, olhar ou o que for),
DIZ,,, um poema sem qualquer palavra,,,as palavras surgem a quem o olha transformado em cor...]
sentido nos passos de uma visita à exposição Dialogo de Vanguardas que decorre na Fundação Calouste Gulbenkian
Quadro de Amadeu Sousa Cardoso / Casa de Manhufe
1 comentário:
nani:não faço a minima ideia por onde anda esse quandro.
um conselho,,,vai, antes de estares mortinha...eheheh ( que piada parva!a minha claro!)
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